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Varizes na gravidez: porque aparecem e o que é seguro fazer

Varizes na gravidez: porque aparecem, o que mostra o estudo sobre meias de compressão em grávidas, o que exige consulta antes de usar e sinais de alarme.

até 47 %
prevalência de varizes relatada em grávidas em estudos citados na literatura
18–21 mmHg
classe 1 de compressão — prevenção, incluindo gravidez e longos períodos em pé
23–32 mmHg
classe 2 — varizes estabelecidas e gravidez com sintomas marcados
Autor: Redação Pernas Leves Atualizado: 23 de agosto de 2026

Varizes na gravidez: porque aparecem e o que é seguro fazer

Resposta curta: as varizes são frequentes na gravidez — a prevalência relatada em estudos citados na literatura vai até 47% — e o mecanismo é o mesmo de sempre, agravado por um fator próprio da gestação: o aumento crónico da pressão intra-abdominal, listado entre os fatores de risco documentados da doença venosa. A medida com dados favoráveis neste contexto é a compressão: num estudo controlado em grávidas, o grupo que usou meia de compressão teve um aumento significativamente menor do diâmetro da perna e do tornozelo do que o grupo de controlo.

Uma regra atravessa toda esta página e não tem exceções: na gravidez, qualquer produto aplicado ou tomado — creme, gel, comprimido venotónico — passa primeiro pelo médico ou farmacêutico que acompanha a gestação. Aqui não indicamos produtos nem doses.

até 47 %
prevalência de varizes relatada em grávidas em estudos citados na literatura
18–21 mmHg
classe 1 de compressão — prevenção, incluindo gravidez e longos períodos em pé
23–32 mmHg
classe 2 — varizes estabelecidas e gravidez com sintomas marcados
Manhã
melhor momento para calçar a meia: antes de sair da cama, com a perna menos inchada

Porque aparecem varizes na gravidez?

As varizes aparecem na gravidez pelo mesmo mecanismo de sempre, com um fator acrescentado. O mecanismo base: as veias das pernas têm válvulas unidirecionais que impedem o sangue de refluir por gravidade; quando essas válvulas falham, o sangue reflui, a pressão dentro da veia sobe e a veia dilata-se progressivamente (StatPearls/NCBI). Este mecanismo, a classificação CEAP e os números de prevalência estão desenvolvidos no guia completo sobre varizes.

O fator próprio da gestação é a pressão. A American Academy of Family Physicians lista, entre os fatores de risco documentados da doença venosa, o aumento crónico da pressão intra-abdominal — e nomeia explicitamente a gravidez a par da obesidade, da obstipação crónica e dos tumores (AAFP, 2019). A mesma fonte lembra que o retorno venoso depende de três fatores: a bomba muscular da barriga da perna, o movimento e a integridade das válvulas.

A dimensão do problema justifica que a gravidez tenha página própria: a prevalência de varizes em grávidas foi relatada até 47% em estudos citados na literatura, com associação também a história familiar positiva, a gravidezes anteriores e a dor pré-menstrual nos membros inferiores (PubMed).

Sobre o papel dos hormónios, sejamos exatos: a evidência que reunimos é fraca. O que existe é um estudo transversal de 2025 que observou associação entre contracetivos hormonais orais e maior ocorrência de varizes (PMC) — desenho que não estabelece causalidade, e que é sobre contraceção, não sobre gravidez.

Quem afirma com segurança qual a percentagem devida aos hormónios está a ir além dos dados.


As varizes da gravidez desaparecem depois do parto?

Não temos, na literatura consultada, um dado que quantifique quantas regridem após o parto — e não vamos inventar uma percentagem tranquilizadora.

O que existe é um sinal indireto, e é preciso olhar para ele sem o embelezar: ter gravidezes anteriores está entre os fatores associados à presença de varizes, a par da história familiar positiva (PubMed). Se tudo regressasse ao estado inicial depois de cada gravidez, esta associação não apareceria nos estudos.

Há ainda uma segunda razão, estrutural. A dilatação da veia resulta de válvulas que deixaram de fechar (StatPearls/NCBI), e nenhum tratamento disponível é descrito como cura definitiva das varizes, justamente porque a predisposição das válvulas e da parede venosa permanece (SBACV).

A leitura prática: parte das queixas melhora quando a pressão intra-abdominal volta ao normal, mas contar com o desaparecimento completo não tem suporte nos dados. É melhor tratar os sintomas durante a gravidez do que esperar pelo parto.


Que evidência existe sobre meias de compressão em grávidas?

Existe um estudo controlado em grávidas com resultado favorável ao edema: o grupo que usou meia de compressão teve um aumento significativamente menor do diâmetro da perna e do tornozelo em comparação com o grupo de controlo, e as utilizadoras relataram perceção positiva (PMC). É um estudo não-Cochrane, com amostra menor — vale como indicação, não como prova definitiva.

Falta a outra metade. A revisão Cochrane CD008819.pub4 analisou 13 ensaios com mais de 1000 participantes, incluindo grávidas, e concluiu que falta evidência de alta certeza para confirmar que a compressão sozinha, como tratamento inicial único, é eficaz nas varizes, ou que um tipo de meia é superior a outro (Cochrane).

O que a compressão mostrou Onde Certeza
Menor aumento do diâmetro da perna e do tornozelo em grávidas Estudo controlado (PMC8958436) Amostra pequena, não-Cochrane
Redução do edema e da TVP assintomática em voos longos Cochrane CD004002.pub4 Alta
Melhoria da cicatrização de úlceras e benefício na IVC avançada IQWiG Boa
Eliminação das varizes já visíveis Nenhuma revisão o demonstra

Traduzindo para a decisão concreta: a meia de compressão é a medida com melhor suporte para o inchaço e o peso das pernas durante a gravidez.

Não é uma medida para fazer desaparecer as veias que já apareceram. Para isso não há evidência em ninguém, grávida ou não.

O mecanismo, descrito pelo instituto alemão IQWiG: a pressão externa ajuda as válvulas venosas a fechar corretamente e acelera o retorno do sangue ao coração (IQWiG).


Que classe de compressão se usa na gravidez?

A classe é decisão clínica, e a razão principal é de segurança, não de conforto. Segundo a norma europeia, as classes distribuem-se assim (medi):

Classe 1 · 18–21 mmHg
Prevenção e sintomas ligeiros — inclui gravidez e longos períodos em pé
Classe 2 · 23–32 mmHg
Varizes estabelecidas, IVC moderada, gravidez com sintomas marcados
Classe 3 · 34–46 mmHg
IVC grave, edema marcado, úlcera venosa
Classe 4 · ≥49 mmHg
Casos graves, uso especializado

A classe 2 é a mais prescrita clinicamente.

Antes de qualquer compressão mais forte, porém, há contraindicações a excluir. Segundo o IQWiG, a compressão é desaconselhada em doença arterial periférica, neuropatia avançada, infeção cutânea bacteriana aguda como a erisipela, insuficiência cardíaca grave e dermatite exsudativa ou eczema não controlado, pelo risco de dano cutâneo (IQWiG).

Isto não é lista para o leitor descartar sozinho. É o motivo pelo qual a indicação da classe se pede em consulta — e, na gravidez, à equipa que já acompanha a gestação.

Como calçar, pelas instruções do MedlinePlus (NIH/NLM): de manhã, antes de sair da cama, quando a perna tem menos inchaço; enrolar a meia até ao calcanhar, calçar o pé, desenrolar sobre a perna e alisar as rugas. Nas meias até ao joelho, o topo deve ficar dois dedos abaixo da dobra do joelho (MedlinePlus).

E um erro que aparece muito: dobrar ou enrolar o topo da meia para baixo cria efeito de torniquete e pode reduzir o fluxo sanguíneo em vez de o ajudar (MedlinePlus). O guia completo, com medição e tamanhos, está em meias de compressão.


Posso usar creme ou comprimidos para varizes na gravidez?

Essa decisão é do médico ou do farmacêutico que acompanha a gravidez e conhece o produto, não de um artigo. Peça essa indicação antes de aplicar ou tomar qualquer coisa.

O que podemos dizer, e que ajuda a fazer a pergunta certa em consulta, é o que a evidência mostra sobre esta categoria fora da gravidez.

Sobre os venotónicos orais, a revisão Cochrane de 2020 sobre flebotónicos encontrou evidência de certeza moderada de que reduzem ligeiramente o edema face ao placebo, com eficácia limitada nos restantes sinais e sintomas da insuficiência venosa crónica, e nota que o mecanismo de ação não está bem estabelecido apesar de décadas de estudos (Cochrane CD003229.pub4).

Sobre as alegações que aparecem nas embalagens, há um dado regulatório esclarecedor: o Regulamento (UE) n.º 1229/2014 não autorizou a alegação de que a combinação de diosmina, troxerutina e hesperidina ajuda a manter a permeabilidade venoso-capilar normal, porque a EFSA concluiu que não ficou estabelecida relação de causa-efeito (EFSA Journal 2014;12(1):3511).

Sobre os cremes, o argumento é mecanístico e vale para todos: a válvula danificada está dentro da veia, e nenhum produto aplicado sobre a pele lhe chega. Uma revisão de 2025 sobre heparina e heparinoides tópicos descreve alívio sintomático e uso adjuvante, nunca eliminação da variz (PMC/JCM). O tema está detalhado em creme para varizes.

Somando: na gravidez, um produto com evidência modesta e sem aprovação de alegação obriga a ponderar risco e benefício — e essa ponderação faz-se em consulta, com o folheto informativo à frente.


EmergênciaSinais de alarme na gravidez

Os sinais abaixo exigem avaliação no próprio dia, em qualquer situação — e a gravidez não é exceção. Não esperam pela próxima consulta marcada nem por telefonema no dia seguinte.

Trombose venosa profunda (TVP). Ao fim do dia, as duas pernas inchadas são comuns na gravidez. Uma só perna inchada, com dor ou latejar persistente — em regra na barriga da perna —, pele quente ao toque, vermelhidão ou descoloração e veias superficiais dilatadas, não é. E cerca de metade dos casos não tem sintomas evidentes (Mayo Clinic). Separar isto de uma cãibra é essencial: a dor da TVP é persistente, não passa em minutos e não melhora com alongamento nem massagem (Caprini Risk Score).

Ligue 112 imediatamente se, além da dor e do inchaço na perna, surgir falta de ar, dor no peito, batimento cardíaco acelerado, tontura, desmaio ou tosse com sangue — pode indicar que um coágulo se deslocou para o pulmão (embolia pulmonar), uma emergência com risco de vida (Mayo Clinic).

Hemorragia de uma variz. Deite-se, eleve a perna acima do nível do coração e faça pressão direta e constante com um pano limpo durante pelo menos 10 minutos, sem levantar para verificar. Passados 20 minutos de pressão mantida sem o sangramento parar, contacte a emergência mantendo a pressão e a perna elevada (PMC). A urgência vem da pressão elevada que existe dentro da variz (British Journal of General Practice).

Úlcera venosa. Ferida aberta perto do tornozelo que não cicatriza — sinal de doença venosa avançada, que exige avaliação médica e não autotratamento (SBACV).

Tromboflebite superficial. Um cordão de veia logo abaixo da pele vermelho, inchado e sensível ao toque, por vezes com febre (Cleveland Clinic). Avaliação urgente se a vermelhidão progredir para a virilha ou o joelho, se a perna inchar mais ou se a dor piorar (Patient.info).


O que fazer no dia a dia

Há coisas que assentam diretamente no mecanismo da doença e não implicam produto nenhum.

Movimento. Dos três fatores do retorno venoso descritos pela AAFP, dois dependem de o músculo contrair. Turnos longos parada de pé — muito comuns em enfermagem, restauração e retalho — retiram-nos durante horas seguidas.

Elevar as pernas. Enquanto a perna está para cima, a gravidade deixa de trabalhar contra. Não custa nada.

Compressão, com indicação. É a medida com dados favoráveis ao edema na gravidez, e a que faz sentido levar como pergunta à próxima consulta: que classe, que altura, que tamanho.

Sobre o peso, uma nota sem moralismo: o excesso de peso aumenta a pressão venosa nas pernas e reduz a eficácia da bomba muscular (StatPearls/NCBI). Durante a gravidez, o ganho de peso é acompanhado clinicamente — não é assunto para iniciativa própria a partir de um artigo.


O que esta página faz — e o que não faz

Aqui encontra o mecanismo pelo qual a gravidez agrava a doença venosa, a prevalência relatada na literatura, o que mostrou o estudo controlado sobre compressão em grávidas e o que a revisão Cochrane relativiza, as classes de compressão em mmHg, as instruções de utilização e os sinais que exigem urgência.

Aqui não encontra a indicação da classe que deve usar, nem parecer sobre a segurança de um creme, gel ou comprimido na gravidez. Isso depende da situação clínica, da fase da gestação e do produto concreto — e é decisão da equipa que a acompanha.

Levar as perguntas certas à consulta é o objetivo desta página.


Porque não indicamos produtos para grávidas

Não nomeamos aqui nenhum creme, gel ou suplemento como adequado à gravidez, e esta é a página do site onde essa contenção é mais deliberada.

A razão é dupla. A primeira: a evidência da categoria é modesta mesmo fora da gravidez — a revisão Cochrane sobre flebotónicos fala em redução ligeira do edema e eficácia limitada nos restantes sintomas (Cochrane), e a EFSA rejeitou formalmente a alegação de saúde da combinação mais vendida (EFSA).

A segunda é mais simples. A segurança na gravidez de um produto concreto consta do respetivo folheto informativo e da avaliação clínica individual, não de uma comparação de artigos.

Um site que recomendasse produtos a grávidas com esta base estaria a vender confiança que não tem. É precisamente o que fazem as páginas que prometem resultados — e é o motivo pelo qual esta não o faz.



Avisos

Aviso médico. Conteúdo informativo, não substitui consulta médica. Na gravidez, qualquer produto tópico ou oral deve ser avaliado pelo médico ou farmacêutico que acompanha a gestação.

Ligações comerciais. Este site pode conter ligações através das quais recebe comissão. O preço pago não muda, e as fontes citadas são as mesmas com ou sem comissão.

Marcas. As marcas mencionadas pertencem aos respetivos titulares. Este site não está associado aos fabricantes nem os representa.

Publicado a 22 de agosto de 2026. Última atualização: 22 de agosto de 2026.

Fontes utilizadas

  1. Estudo controlado sobre meias de compressão em grávidas — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8958436/
  2. Cochrane CD008819.pub4 (2021), compressão no tratamento inicial das varizes — https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD008819.pub4/full
  3. Cochrane CD004002.pub4 (2021), meias de compressão em passageiros de avião — https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD004002.pub4/full
  4. Cochrane CD003229.pub4 (2020), flebotónicos para insuficiência venosa — https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003229.pub4/full
  5. IQWiG / InformedHealth, efeito, uso e contraindicações das meias de compressão — https://www.informedhealth.org/effect-and-use-of-medical-compression-stockings.html
  6. medi, classes de compressão em mmHg — https://www.medi.de/en/faq/compression-garments/compression-classes/
  7. MedlinePlus (NIH/NLM), como calçar e cuidar das meias — https://medlineplus.gov/ency/patientinstructions/000597.htm
  8. AAFP (2019), retorno venoso e fatores de risco — https://www.aafp.org/pubs/afp/issues/2019/0601/p682.html
  9. StatPearls/NCBI, mecanismo valvular e fatores de risco — https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK470194/
  10. PubMed, varizes na gravidez e fatores associados — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16964695/
  11. EFSA Journal 2014;12(1):3511 e Regulamento (UE) n.º 1229/2014 — https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.2903/j.efsa.2014.3511
  12. Mayo Clinic, trombose venosa profunda — https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/deep-vein-thrombosis/symptoms-causes/syc-20352557

Fontes adicionais citadas no texto e nos sinais de alarme: PMC (2025), estudo transversal sobre contracetivos orais — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11790183/ · PMC/JCM (2025), heparinoides tópicos — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11942652/ · SBACV (progressão e úlceras) — https://sbacvsp.com.br/wp-content/uploads/2016/05/insuficiencia-venosa-cronica.pdf · Caprini Risk Score (TVP vs. cãibra) — https://capriniriskscore.org/news/early-warning-signs-how-to-tell-if-you-have-deep-vein-thrombosis/ · PMC (primeiros socorros na hemorragia) — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10993626/ · British Journal of General Practice (hemorragia de variz) — https://bjgp.org/content/72/722/448 · Cleveland Clinic (tromboflebite superficial) — https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/17523-superficial-thrombophlebitis · Patient.info (progressão da tromboflebite) — https://patient.info/heart-health/varicose-veins-leaflet/superficial-thrombophlebitis

Perguntas frequentes

As varizes na gravidez são perigosas?

Na maioria dos casos são causa de desconforto, não de perigo. O que exige atenção imediata é o quadro sugestivo de trombose venosa profunda: dor persistente numa só perna, com inchaço, calor e vermelhidão. Inchaço simétrico das duas pernas ao fim do dia é frequente na gravidez.

Posso usar meias de compressão grávida?

Num estudo controlado em grávidas, o grupo com meia de compressão teve um aumento significativamente menor do diâmetro da perna e do tornozelo do que o grupo de controlo. A classe e o tamanho pedem-se em consulta, porque existem contraindicações vasculares que têm de ser excluídas antes.

Que classe de meia se usa na gravidez?

A classe 1 (18–21 mmHg) corresponde a prevenção e sintomas ligeiros, incluindo gravidez; a classe 2 (23–32 mmHg) corresponde a varizes estabelecidas e gravidez com sintomas marcados. A escolha é clínica.

Posso pôr creme para varizes durante a gravidez?

Peça essa indicação ao médico ou farmacêutico que acompanha a gravidez antes de aplicar qualquer produto tópico. Fora da gravidez, a evidência dos cremes limita-se a alívio sintomático: nenhum atinge a válvula danificada dentro da veia.

As varizes desaparecem depois do parto?

Não há na literatura consultada um valor que quantifique quantas regridem. O sinal indireto disponível é que ter gravidezes anteriores está associado à presença de varizes — o que indica que nem tudo volta ao estado inicial.

Quando devo falar com o médico sobre as varizes?

Se as queixas condicionam o dia a dia, se aparece inchaço diário do tornozelo, ou antes de comprar qualquer meia de compressão de classe mais forte. Perante dor numa só perna com calor e inchaço, no próprio dia.